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Estou voltando.

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Bem, depois de muito tempo – e de duas tentativas fracassadas de fazer um post para romper com o tempo que eu permaneci sem publicar aqui -, eu volto a ter vontade de continuar postando neste espaço.

Como foi uma vontade súbita que eu tive hoje – e espero que não seja alarme-falso -, não preparei nada. Tentei, tentei escrever, mas não consegui. Mas está nos meus planos voltar a blogar nos próximos dias.

Enquanto isso…

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Estou postando no Amálgama.

Ontem mesmo saiu um texto sobre Ceticismo.

Quem quiser me acompanhar por lá enquanto não decido essa questão de voltar ou não voltar a blogar ativamente, sinta-se à vontade.  :-)

Finalmente

Me livrei de tudo. Do bloqueio mental, inclusive. Bem, pelo menos eu acredito que ele tenha ido embora…

Alguém ainda lê isso daqui? Se sim, esta pessoa que vos escreve avisa que conseguiu passar na seleção de mestrado em Filosofia. É, é, isso quer dizer que, daqui a alguns anos, mais um trabalho sobre Hegel se juntará aos outros trocentos perdidos por aí, em algum biblioteca pública ou nem isso. Estou meio desanimada, cansada, enfim. Com vontade de voltar a blogar, mas enjoada dos templates do ”Wordpress” (só dos templates porque o resto continua ótimo). Não tenho coragem de gastar dinheiro com essas coisas de comprar domínio, hospedar em servidor etc. Aliás, estou sem dinheiro mesmo por um tempo. Também não quero entrar pra essas seitas que exigem um determinado nº de publicações, acessos. Sugerem alguma outra alternativa?

Se nada der certo, crio outro endereço no wordpress mesmo e jogo aqui depois.

Do compartilhamento

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Por influência do Daniel, criei uma conta no Google Reader. [ Tempo e neurônios para escrever no blog eu não tenho tido ultimamente, mas para ler eu sempre dou um jeitinho. :-) ]

Ei-la.

Comentários sobre os posts alheios.

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Aqueles é que eram os maus tempos: Comungo das idéias do Benett. Nós devemos estar no tempo errado, não é possível.

As Aventuras da Dialéctica: A dialética hegeliana é basicamente isso:  o sujeito passa tempos para poder entender o que Hegel falou, depois que entende passa por um dilema moral, através do qual deve decidir se afinal existe ou não dialética em tudo. Se admite, pronto, terá que justificar. Do contrário, fez a melhor escolha:  passa a estudar outro autor mais simples.

Ateísmo e o Bolsa Salvação: O Hermenauta continua acessando o lado mais suspeito da blogosfera para fazer suas análises críticas.

De como Graciliano se agigantou diante de seus pares: Dêem uma lida. Alguém aprecia a literatura brasileira. E melhor, entende. Melhor ainda, divulga.

Inclusão Social: O Ricardo continua fazendo boas análises. Mesmo sendo o oposto d’O Hermenauta na escrita, eu acompanho os post dele na mesma medida, pois ele sempre acerta.

Melhor do que ser picareta…

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Caros, estou ausente porque meu cérebro (nunca antes na históriapela primeira vez em vinte e um anos ) pediu um descanso. Não estava conseguindo decidir-me em relação a um projeto. Agora que eu decidi, falta escrever sobre o dito cujo. Enfim, sem chances de eu ao menos escrever um pequeno post no humilde espaço enquanto não me livrar dessa pendenga. Mas sabe que até tem seu lado bom, algumas pessoas que admiro se aproximaram para me dar um apoio moral, hehe.

Enfim, é pura incompetência minha – nem um blog consigo manter ativo! Paciência. Depois tento voltar ao ritmo normal.

Uma sensação

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É quase impossível descrever aos outros a sensação que se tem quando conseguimos obter prazer em uma leitura ou escrita antes abandonada…

Opções de leituras: aquele diálogo platônico belíssimo que você abandonou, aquela “Ética a Nicômaco”, de Aristóteles,  que você simplesmente achou bárbara, o prefácio da “Fenomenologia do Espírito” hegeliana, a seção da “Crítica da Razão Pura” kantiana ou até mesmo aquela revista esclarecedora sobre a Neurociência atual.

Na escrita, aquele projeto que você acreditou muito um dia, mas que teve de deixar em segundo, terceiro ou décimo plano. Você conseguiu perceber que vale a pena gastar energia com ele. Melhor: que não pode mais perder tempo, que você retomá-lo agora.

Pois é, às vezes precisamos fazer isso. Esses pequenos prazeres que nos elevam.

Façam isso! Não por curiosidade, mas quando existir necessidade – como sair de casa.

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